26 de dezembro de 2011

Meu espírito natalino

Sei que estou atrasada, mas, FELIZ NATAL.

Bem, sobre o Natal, não gosto de pensar que é a época dos papais-noéis - escrevo em letra minuscula porque para mim, é um substantivo comum.Quem hoje em dia ganha tudo de mão-beijada? Ainda mais em domicílio? Pela chaminé? Infelizmente, hoje não podemos contar com bondade como tal. Se alguma criança estiver lendo, me desculpe meu bem, mas papai noel não existe, nem São Nicolau! É tudo ficção. Mas uma notícia pode te animar... Sabe quem te fez nascer? JESUS. Aquele que nasceu e até hoje renasce em todos os natais, para unir nossas famílias, para dar-nos presentes de montão, como PAZ, AMOR, FELICIDADE, SAÚDE... e porque não PROSPERIDADE? A verdade é que inventaram o papai noel, para tentarem camuflar o Nascimento do Nosso Salvador... mas, adivinhem? A tentativa falhou. Porque o Deus Menino, Jesus, Jeová, é supremo, ONIPOTENTE, ONIPRESENTE, e ONISCIENTE. Ninguém pode camuflar a glória dele. É por essa, e outras, que na minha vida e no meu natal eu descarto papais-noéis e duendes, e aceito em minha vida o Papai do Céu.

19 de dezembro de 2011

Dejavú



Querido diário,

Mais um dia se vai e eu te encho de aflições. Aflições que antes eram só minhas, mas que já faz um tempo que as divido contigo né? Não sei se é mal de Dezembro, mal de fim de ano...
Mas hoje aconteceu uma coisa rara durante meu dia. Algo que eu nunca havia sentido antes. Algo inédito. Estreante. Surreal. Eu estava sozinha, no meu quarto, cochilando... na minha cama com minha colcha lilás. E eu não sei se foi um sonho, ou se foi um dejavu, mas ele estava lá diário. Ele voltara, ele aparecera, eu vira. Embora eu falara que não queria mais vê-lo, nem mesmo pintado de ouro, meu coração derretera ao vê-lo. Meu coração pulsara a 1000 por segundo. Como era possível? Ele não havia ido embora? Não me deixara dias atrás? Eu não sei como aquilo tudo aconteceu, mas de uma coisa eu sei: ele estava lindo. O para de olhos dele parecera mais castanhos mel e seus cabelos lisos, mais loiros avelã. Sua pele, sem dúvida, estava mais lisa que um pêssego. As maças do rosto, mais delineadas. E isso me fez lembrar do natal passado, dia que ele estava tão radiante quanto hoje. Por vagos momentos achei que aquilo era um Replay... um Dejavú. Mas não, era mais que isso, era muito real. Não tentei tocá-lo, pois se tivesse feito isso, me comprometeria, cedeira, não resistiria a nós dois. Então, mantive a distância para me proteger, mesmo ele sorrindo com aqueles dentes medidos a forma de Hércules. Fui forte, como toda menina mulher deveria ser, segurei a barra como uma menina de valor faz, resisti como uma mulher desdobrável agiria. Valorizei o hoje, esqueci o passado. Acordei.

Bem-me-quer, mal-me-quer




''Bem-me-quer, mal-me-quer... Bem-me-quer, mal-me-quer...''
 
Quantas vezes você já despetalou uma rosa ou um cravo dizendo estes versos?



Esta é uma pergunta, que não precisa ser respondida. Todo ser humano, seja racional ou sensível, já fez isso algum dia. Para tentar saber se é correspondido ou não. Outra verdade é que sempre damos um jeitinho da última pétala acabar com um bem me quer, nem que pulemos algumas outras pétalas, ou que contemos o caule, as folhas, e os espinhos como pétalas extras. Afinal, cremos no que nos satisfaz, no que nos alegra. E deveríamos ser sempre assim, deveríamos saltar obstáculos, não fazer caso de casos... Deveríamos deixar o amor nos cegar.
Na verdade, eu pularia não só pétalas, mas também pularia seus defeitos, saltaria tudo que nos distancia para ficar com você. Ignoraria os vícios, consideraria somente as virtudes. Valorizaria o sentimento bom, e escalaria os montes de desvantagens. Tudo isso para ficar com você. Afinal, deveríamos crer no que nos satisfaz, no que nos alegra. E deveríamos ser sempre assim, deveríamos saltar obstáculos, não fazer caso de casos... Deveríamos deixar o amor nos cegar.
Mas não posso me enganar ao dizer que as vezes a razão toma conta do meu ser e penso mil e uma vezes se devo continuar... E depois de mil e uma noites, me decido, e questiono a alguém: ''Se devo continuar, me diga, como?''. Mesmo assim, sendo embebedada pela razão, o meu coração diz para prosseguir, lutar! E quando eu pergunto a razão, ''Se devo continuar, me diga, como?'', ela me responde ''Se quiser ser feliz, questione a outro alguém, eu sou suspeita. Pergunte a sensibilidade... e ela te guiará.''. E atrás da sensibilidade eu sigo e pergunto-a, ''Se devo continuar, me diga, como?''; e sem pestanejar, a sensibilidade me dá mil e uma razões pra eu perseverar, e a última coisa dita por ela, foi a seguinte ''Siga o seu coração, despetale quantas flores for preciso para alcançar a felicidade, pule caules, espinhos, desavenças, vícios, defeitos e pétalas que te distancia do seu amor, que te distancia do bem-me-quer. E, creia, tenha fé naquilo que te satisfaz.'' 

18 de dezembro de 2011

Outra vez :/

Boa tarde galera querida!
Bem, gostaria de informar a vocês que amanhã eu estou viajando para minha querida cidadezinha natal –Nanuque- e é por essas e outras razões que TALVEZ vou demorar novamente de postar algo aqui. Durante meu sumiço anterior escrevi quatro textos, um deles já postei. E o restante, ainda nem digitei, e pretendo digitar assim que receber uma dose de unção e coragem. Enfim, só queria dizer isto a vocês! Para que não fiquem sem saber por onde estou.
Um beijão. :*

"Foi muito lindo você ter vindo sempre sorrindo, dizendo que não tem de quê. Eu agradeço você ter me virado do avesso e ensinado a viver. Eu reconheço que não tem preço gente que gosta de gente assim feito você."

(Vinicius de Moraes)
Do Costurando estrelas

17 de dezembro de 2011

“Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’





“Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’ Eu cresci escutando esse pedacinho de seresta, ao som do Giannini do meu avô, era uma música dedilhada, que eu morria de vontade de saber tocar, mas, meus até então dedinhos não foram capazes de apertar forte a corda de aço do violão, para tirar um bom som, eles se machucaram – eu passei um hidratante, e melhorou após uns dias, mas não vem ao caso – da mesma forma, aquela música me encantava, eu não me esqueci dela, e a vontade de aprender a tocá-la não passou...
 Então, resolvi ocupar meus dedos, minhas horas vagas, com uma caneta entre eles, escrevendo palavras belas, com amor e simplicidade. Escrevendo coisas do meu coração, sem nenhuma vaidade, só mesmo para esvaziar... Sem nenhuma cerimônia... Não precisa de uma escrivaninha para escrever... Nem mesmo de uma  caneta dourada, mas, precisa-se de um coração cheio de esperança, um coração saudável... Eu estou escrevendo agora com um blusão cinza, maquiagem borrada, pernas cruzadas, esparramada em um  colchão, e coberta por  uma colcha de retalho que minha mãe fez pra mim.
E, eu costumo ser assim, escrevo para “lavar as roupas sujas” do meu interior, da minha mente, meu espírito, minha alma. Escrevo sobre o amor, e não me canso de falar sobre ele, danem-se aqueles que me chamam de “romântica incurável” ou de “eterna apaixonada”,  ser assim também faz-me ser feliz. Sou transparente. É de a minha essência falar o que estou sentindo, até mesmo o s delírios mais íntimos. Não consigo sentir e calar. Mas também não gosto de sentir e contar. Eu gosto mesmo é de sentir e escrever.
Eu distorci o assunto, mas... Voltando a falar do benzido violão, eu realmente desisti de tocar aquela música, e ela ficou apenas como uma lembrança. E quando eu queria escutá-la, eu me concentrava, e pensava apenas em “Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’, fechava os olhos e tentava escutar do meu consciente, breves partes da minha trilha sonora. Ela só ficou na lembrança. Engraçado que... Eu sou tão determinada, não desisto de nadica de nada. Mas aquela música, parecia impossível, não seria saudável, eu me permitir calejar os dedos a fim de conseguir tocar uma única música, não é? Então desisti, desisti mesmo.
 Falando em desistências, quero informa-lhe que desisti de você também. Eu tentei retentei, tritentei conquistar seu coração. Mas ele é duro, e machuca o meu, que é frágil, mole, mais mole que manteiga em dias de verão. Então eu desisti, aliás, não seria saudável, eu me permitir sofrer, machucar meu coração a fim de conquistar um único alguém, não é?
 Resolvi então, ocupar seu lugar com outros alguens. Um dos alguéns foi o Papel, ah, o Papel se fez um grande ombro amigo! Desabafei tantas vezes com ele. E o Tempo, foi meu outro alguém, o tempo amenizou tudo... O tempo fez passar tudo, tanto os calos feitos pelo violão, quanto os seus roubos ao meu coração.


Lançamento do livro - Fotos

Bendita a fruta entre os homens.


Annerd, eu, e the mans.


A mestra! Idealizadora de todo o projeto, Edinalva Rodrigues Ramalho!


Minha melhor amiga, meu amor, minha rocha, Souza Mar.


Homenagem

Prestígio dos amigos

Livros expostos.

Nostalgia, vírgulas, etc!


 APRESENTAÇÃO
''Este trabalho é o resultado do projeto “Primeiros versos”, desenvolvido pela professora de língua portuguesa, Edinalva Rodrigues Ramalho, no Centro Educacional Meu Caminho, com os alunos do 2º ano do Ensino Médio. Tem como objetivo principal o desenvolvimento da escrita e da leitura dos alunos, além levar à fantasia, ao sonho, numa perspectiva de um mundo mais belo e melhor para se viver.
O projeto é lançado no primeiro dia de aula do ano letivo e consiste em que o aluno escreva semanalmente um poema, em sala de aula, desenvolvendo um tema sugerido pela professora. Durante todo o ano, o aluno envia os seus escritos por email para serem corrigidos pela professora e depois por ele mesmo. Normalmente em novembro, após as correções feitas, acontece um sarau para o lançamento do livro.
A meu ver, este é um maravilhoso projeto, que talvez tenha a capacidade de descobrir grandes escritores.O projeto também me auxiliou em diversos aspectos. O primeiro deles é realmente a via que me deu para expressar o que sinto e penso sobre determinados assuntos, em poucas palavras, em singelos versos. Outra vantagem é a possibilidade de livrar-me de certas coisas que de alguma maneira me faziam mal, é como se eu arrancasse tais dilemas do coração e os pusessem no papel. Por fim, tive também, através do livro à chance de elogiar alguém, descrever experiências, de me declarar para amores, de homenagear pessoas queridas e até mesmo  de relembrar momentos inesquecíveis. Tudo isso, a base de rimas e raras palavras. Escolhi o título "Nostalgia, vírgulas etc!" pelo fato de que nas páginas, estrofes e versos seguintes, eu relatarei muito sobre o meu passado e pessoas que me dão saudades. Também, porque coloco muitos "poréns" nas coisas, na maioria das vezes, sou reconhecida como do contra. Enfim, o "etc", tem o signo de pequenos detalhes que fazem completa diferença em minha vida. Nas próximas folhas, encontrará  o conjunto da minha primeira e não última obra. Afinal, creio que ainda hei de escrever muitos livros. Sinta-se a vontade!''



Foi por essas e outras que tomei um breve chá de sumiço.

Olá queridos seguidores, leitores e visitantes! Estou com muitas saudades de postar aqui, afinal, só deixei de postar... mas nunca de escrever!

Queria pedir milhões de desculpas à vocês! Pois este fim de ano para mim foi muito corrido, não querendo me gabar, mas já gabando... tenho uma agenda muito cheia. Como já havia dito, eu estaria distante do Blog por um tempo, devido ao vestibular que prestaria em Novembro (UFVJM), e também, porque estava marcado para 25/11/11 o lançamento do meu primeiro livro. Sem falar que eu estava esperando o término das aulas e a conclusão do 2º ano do ensino médio para dar mais atenção à vocês. Graças a Deus, eis-me aqui, e todos os eventos escolares deste ano acabaram. Foi por essas e outras que tomei um breve chá de sumiço. Todavia, tenho muitas novidades e muitos textos frescos para vocês. Aguardem meu próximos post.

Atenciosamente, 
Anna Luiza Lopes.

17 de novembro de 2011

Nós



Sabe aquelas histórias de criança?
De escolher quem vai fazer par na dança?
De escolher quem vai gostar durante a infância?
Pois é, eu não escolhi, mas gostei de você.

Ah, se eu pudesse escolher de quem gostar...
Se eu pudesse  em meu coração mandar...
Escolheria alguém pra me amar, de alma e de alma
Afinal, o amor mais lindo, é o que tem calma.

Mas sabe aquelas histórias de amor proibido?
Que um se exibe e o outro é inibido?
Que um fala pau, e o outro fala pedra?
Mas que se o primeiro cair, o segundo o levanta da queda?

Pois é, assim é eu e ele.
Somos opostos, que se atraem.
Somos fiéis, que  não se traem.
Quer dizer, da minha parte sim, não sei da dele...

Danem- se os defeitos, ainda existem virtudes.
Só sei que ele, foi meu melhor vulto...
É. Passou rápido. Demais.
Mas, afinal,mancebos não sabem administrar a idade.

Será que vou ter primeiro que trintar?
Eu sei, eu sei o que você vai falar:
"-Mocinha, está apenas começando a vida.. se acalma!"
Mas, meu querido...  ai não tem graça.

Amor na juventude é o melhor vulto que se passa...
Mesmo que um dia, esse vulto, se acaba, e viramos adultos
Somos feitos de vultos, pois a  vida passa veloz, veloz...
Repitindo, e sem dúvida... o melhor dos meus vultos,
É o que se chama "Nós".

15 de novembro de 2011

Ô, ou. Intuição taxista errada.


Marina, nos seus dias de TPM (Tensão pré-menstrual), tentava pegar um táxi para voar até seu trabalho, já que estava atrasada. E suavemente, gritava:
-Táxi! Ou Táaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaxi?!
Para sua sorte e alegria nenhum táxi parava. E, um pouco alterada, continuava a murmurar:
- Que cassete! Não tem nenhum táxi nessa bosta não? Bando de preguiçosos.
E, como ela estava cheia da sorte, o táxi parou no momento em que ela xingava os taxistas -em geral.
Sem cerimônia nenhuma, ela entrou as pressas no banco do passageiro. E, ditou o endereço com sua doce voz:
- RUA ADÉLIA FAGUNDES BERNARDI , NÚMERO 7. PRA ONTEM.
O taxista - que fedia a peixe e não queria  ficar  sem dentes - obedeceu. Ele, pegou rumo, e foi até o destino de Marina. Até que em certa esquina, Marina opinou em que lado era pra virar:
- Ai graças a Deus, só virar a esquerda agora moço.
E, o moço  discordou:
- Acho que se engano moça,é direita.
- É esquerda, faço esse percurso todos os dias - retrucou Marina- é certeza.
- Sou taxista a 27 anos, eu sim estou com a razão.
- É esquerda!
- É direita moça...
- É direita.
- É esquerda!
- É direita.
- É esquerda!
- É direita.
- É esquerda!
- É direita.
- É esquerda!
- É direita.
- É esquerda! Intuição feminina. Mas, já que estou atrasadADA, pode ir pela direita...
O homem,  estranhando a atitude da  passageira, arregalou os olhos, mas não quis abusar da sorte, seguiu pela direita. Seguiu, seguiu, seguiu, seguiu, seguiu, seguiu, seguiu... e nenhuma ''RUA ADÉLIA FAGUNDES BERNARDI , NÚMERO 7.'' viu. Então estacionou e indagou:
- Moça... se sabia que era esquerda, se sabia que tinha a razão, porque não insistiu mais?
Rindo  litros, Marina respondeu:
- Para que usar a razão, se posso ser feliz nesse exato momento, rindo da sua cara? Agora senhor razão, volte tudo de novo e curve a Esquerda. VAPT VUPT. E, não teime comigo. Intuição feminina.
  Marina nesse dia, não sentiu cólica, não sentiu nada. A TPM passou, no momento em que, ela provou que estava certa.


*Fica a dica: Não discuta com mulheres, nem se ela estiver dizendo que o céu é vermelho, afinal ela pode ser daltônica, né? Concorde sempre e terá prolongada vida.
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Nesse texto, eu quis mostrar de uma forma simples, que as mulheres sempre têm a razão. Sempre têm intuição certa, e sim, sou feminista - controlavelmente.

14 de novembro de 2011

Sonho meu


Ao dormir, nosso subconsciente e as nossas memórias, regravam tudo que vimos, e que captamos no cotidiano. Como músicas clássicas do rock, são regravadas. Os dias ensolarados, nos tempos dourados. Os dias nublados, com dentes brigadeirados. Os dias chuvosos, nos edredons enroscados. E essa madrugada, foi a escolhida para regravar a faixa mais bela, a faixa contém a canção "Sua voz".  


Foi bom sonhar com você, e te ouvir cantar pra mim no sonho. Sua voz era linda... Desculpe, mas, nem parecia você, (Risos). 


Confesso que até hoje sinto um friozinho na barriga ao te ver em meus sonhos irreais e reais - também. Até parecia que eu ia flutuar, que meu corpo ia inflar, de tanta felicidade... parecia que eu estava a base de Endorfina e Metilfenidato. De imensa felicidade. 


Eu ria no sonho - e provavelmente, na cama- enquanto sonhava com você e sua música. Sonho melhor que sonho de padaria. 


Sonho que deixou meu coração bobo. Meu sorriso  sincero, meu sorriso no rosto e meu rosto risonho. Sonho gostoso, até de acordar, e falar silenciosamente  na mente "Foi só um sonho, que merda!". Sonho desgostoso de relembrar vagamente das cenas, e me entristecer, porque foi só um sonho. 


Vontade imensa de voltar a dormir, e sonhar, as mesmas cenas durante o resto do dia. Vontade imensa de fazer o sonho, virar realidade.

12 de novembro de 2011

Sorriso de Lua

    O fim de semana estava apenas começando, era Sábado, e na próxima semana teria um prolongado feriado.  Estava tudo extremamente silencioso. E, isso me agradava. Embora estivesse triste por estar longe de você, eu estava tranquila e escutando um Reggae internacional, vindo da TV. Literalmente, estava de borest. 
   Entretanto, me cansei daquele silêncio antissocial. De antissocial, bastava eu. Todos os meus amigos haviam saído, e já faziam  algumas semanas que não os via. Fadada daquele bendito silêncio, esquentei uns pedaços de pizza a moda com catupiri e fui para sala de tevê ver o jornal com a minha mãe, sentei no sofá que era paralelo á porta, porta qual era balançada pelo vento, e vento qual fazia doer minha cabeça, quando o sopro frio, batia nos meus olhos. Cansada -novamente- de sentir dor de cabeça, resolvi trancar a porta, mas antes fechá-la eu tive a sorte de ver a Lua.
    A Lua dessa semana, era Lua cheia e estava no seu devido lugar, no céu- diferentemente das coisas na minha mente, tudo estava confuso, desde que eu perdi você, eu perdi também, o meu eixo- mas o que importava naquele momento, era só a parte de observar aquele céu maravilhoso, ele era tão lindo que minha dor de cabeça foi embora, era tão  lindo que me fez lembrar de você. A  Lua era cheia, grande, enorme, imensa... Iluminava minha triste noite. Assim como você iluminava meus antigos dias serenos. Diante aquele cenário, romântico para minha tristeza, só faltava você... faltava sua companhia, e o seu dedo polegar também me fazia falta, ele me serviria para fazer charme, para te ensinar a esconder a lua, colocando ele na frente do seu olho direito e piscando constantemente.
    E pra quê esconder a lua? Porque, com você aqui, eu não precisaria da Lua para iluminar minha triste noite. O seu sorriso faria isso por ela. Até porque, ela teria que economizar o brilho dela, para que em dias como aquele, que você estava distante... distante... ela me fizesse companhia, ela me desse uma luz.

Pedidos




Magnetiza minhas narinas
De tão doce que é o cheiro
Flores , flores lindas e finas
que perfuma  o dia inteiro!

O pólen é levado ao vento
E ao tocar o chão...
Nasce uma nova vida,
Um  novo aroma que está lá dentro!

Dentro das pétalas,
Cheirosas e belas,
Rosa, brancas ou amarelas!
Essas, esta, ou aquelas!

Flores enfeitam os nossos jardins,
E as nossas vidas,
E as nossas idas,
E as nossa vindas!

Enfeitam os centros de mesa,
Mas enfeitam com mais gentileza,
Os seus pedidos de perdão...
Os seus roubos ao meu coração.

9 de novembro de 2011

"Eu te deixo ser, deixe-me ser então."


"Me deixa aqui escutando The Beatles, Los Hermanos e música ruim, me deixa no meu canto achando legal (ou achando um tédio) ficar sábado a noite em casa, vendo filme com a família . Me deixa pensar que só existe gente boa no mundo e que ruindade é coisa inventada para ocupar o tempo de quem não tem o que fazer. Me deixa quieta, confiando ou não em quem acabo de conhecer. Me deixa rir do que ninguém acha graça, da vida, do dia de chuva que foi contra nossos planos. Me deixa gostar de ir a shows barulhentos e ao mesmo tempo querer o silêncio. Me deixa achar o silêncio bonito e a conversa difícil. Me deixa sonhar com o que não vou ter e talvez reclamar do que tenho. Me deixa ser injusta. Nada mais justo quando os outros também o são. Me deixa sair da dieta por causa de tapioca com carne. Deixa eu não gostar muito de festas, mas querer festa em mim em dias ruins. Deixa eu sentir saudade e não dizer, amar e não falar, gostar e não comentar. Deixa eu sentir demais e ninguém fazer ideia disso. Deixa eu chorar escondido e sorrir pra todo o mundo ver. Deixa eu tentar inutilmente prender o riso. Me deixa no meu canto quando não quero atender ao telefone, só porque passo a semana tendo que fazer isto. Me deixa sair de havaianas e jeans como quem calça um sapato de grife e um vestido da moda. Me deixa morar nas estrelas e pisar nas nuvens que eu mesma criei! Me deixa pensar no amanhã com mais preocupação do que no hoje. Se isso não se faz, acho que ninguém te perguntou. Deixa eu ser mal educada como forma de expressão. Não me julgue, vou ficar aqui no canto lendo um livro qualquer, enquando espero o telefone tocar (só pra eu olhar o identificador e decidir que não vou te atender pela terceira vez nos últimos dois minutos). Me deixa pintar as unhas de acordo com o meu humor, arrumar minhas roupas por ordem de cor. Me deixa ser organizada por fora só porque não consigo ser por dentro. Me deixa aqui com minha desordem interna, mantenha-se afastado enquanto pode. Eu sou chata, ciumenta e preguiçosa. Deixa eu ficar aqui no canto com a minha bagunça sem fim. Deixa eu achar que abraços curam e que beijos salvam. Deixa eu pensar que gestos delicados são suficientes para mudar um dia ruim. Me deixa olhar para o mar e achar que temos alguma conexão. Me deixa aqui só para eu me arrepender da besteira que ainda não fiz. Me deixa fazer besteira só para eu me arrepender e pensar que já sabia mesmo, que fiz consciente de que daria errado, quando na verdade eu nunca soube de nada. Deixa eu encher o peito de esperança e distribuir pedacinhos a quem precisa. Deixa eu encher os bolsos de aceitação própria e soltar em algum vento teimoso, que é pra voar até você que se acha ruim só porque não sei o quê (mas você também não sabe). Deixa eu sentir demais e não saber falar sobre. Deixa eu ficar falando dos meus gostos como forma de me entender.''
[Noemyr Gonçalves]

Fórmulas do tempo

 
  Era uma vez, o Tempo. Ele era um senhor bem alinhado, contador de histórias, bonitão, um velhinho enxutão. Coitadinho, não sei a idade dele ao certo, mas ele é bastante velhinho! Se bem, que ser velhinho não é nada triste, pelo contrário... é qualidade das mais valiosas. Voltando falar do Seu tempo, ele também era comprido e esbelto; calmo... tranquilo, pacífico, paciente e todos os outros adjetivos, que englobam paz.
   O Seu tempo, trabalhava no Laboratório Coração. E, de assistente (voluntária), contava sempre com Dona Sabedoria. Os dias mais difíceis no Laboratório, eram aqueles quais o Sr. Destino, machucava algum Sr.(a) da vizinhança -o  destino era bipolar; havia dias que ele era gentil, havia dias que ele era cruel- o Tempo e a sabedoria então, costumavam fabricar remédios, pílulas e analgésicos para aliviarem  as dores causadas pelo Destino. E, as melhores curas, eram nos piores casos.
   Um deles, bem típico, era o caso do Seu Amor. A fórmula certa para curar o Seu Amor, custava pra ser achada... demoravam meses,  meses que pareciam séculos. E sempre era assim, o Destino batia no Seu Amor, e o Tempo tratava vagarosamente de sarar as dores do paciente.  
    O Seu Tempo, foi o senhor mais compreensivo  que já conheci. Tudo bem, tenho de concordar que, o Tempo demora para sarar feridas, é lento o processo... mas os seus cuidados, são únicos, embora deixe poucas  sequelas -até mesmo pro Amor ficar em alerta com o Destino- o serviço do Seu Tempo curava de verdade.
      E  até hoje cura... ah, esqueci de dizer que o Tempo, ou melhor, a idade do Seu Tempo, equivale a todas as idades de todas as vidas do Mundo. E como nossas vidas não são eternas, obviamente, elas têm um ponto final. Assim como o Tempo. Assim como nossas chances de amar, tudo tem um fim. Até casamentos, cheio de amor, tem como fim, a morte. Mas, não fique triste, tudo que tem um fim, é mais aproveitado, mais interessante, dá um gostinho de quero mais. Imaginem, um beijo sem fim, um sorvete sem fim, um chiclete sem fim, um telefonema sem fim ou até mesmo, um texto sem fim?
         Chato não é?!

                                                                                              Fim!

8 de novembro de 2011

Parte do meu HD


Vida minha, minha vida
Valiosa e querida...
Vou falar um pouco dela
Tentando não perder a rima.

Sou mineira, 'mineirana'
Coração de Minas, Alma baiana
Nanuque foi meu berço,
E Jequi, foi só o começo

O começo da minha vida,
É aqui que vou construir,
Cheguei, pirralha e aos meus 6
E hoje, já (ou ainda) estou aos 16 

Desde que me entendo por gente
Aos estudos dou muito valor.
Sou Vasco da Gama, desde à infância
Como aprendi, com Lauarte, meu vovô.

Por falar neles...
Minha família é gigante!
E o peso de todos juntos, 
Pesa mais que um elefante
Eu sou franzina... a magrela da família!

Desde que me entendo por gente,
Passo meus verões me refrescando,
Nas praias e mares da Bahia, clima quente.
E sempre que ia pra lá...
Castelos de areia, coloca-me a modelar
Fazia imensos, gigantes castelos...
Sonhava que ia crescer e virar uma princesa...
Mas infância boa, é assim... cheia de fantasias
E ela foi ma-ra-vi-lho-sa,
e a saudade bate, ô época gostosa!

Mas todo mundo cresce, 
Inclusive, eu!
Só tenho que avisar meu pai,
Que a boneca dele, cresceu!

Junto com a ''idade''
vem os gostos, a vaidade
Personalidade,
Fotografias, praias, poemas
Meninos, motocicletas e chocolates...

E outras coisas mais...
Não mudo muito de opinião
por isso vou ser ONCOLOGISTA,
ADVOGADA, NÃO... ENGENHEIRA. 
BIÓLOGA ou talvez JORNALISTA?

Agora sou estudante
E também, meio escritora...
Daquelas, amantes e amadoras
Amante porque acredito em homem fiel
Amadora porque não sou escritora profissional

E sobre meninos...
Não tem jeito!
Essa é a idade, de estudar.
Precisamos de foco, pro vestibular,
Ai, já viu né?! Não dá pra namorar!

E para passar a dor do amor,
Escuto um rock bom, um bom rock
Como The Beatles
E para matar a dor, falo com Deus.

Outra característica minha...
É que falo demais! Seja pela boca...
Seja pelo grafite, seja pelo teclado...
Ou pelos cotovelos...

A ler mais ter 3 versos, você está fadado:
"Aqui vou finalizar,
E parte do meu HD, aí está.
Tchau, beijos e abraços."

:/

Oi amores! Andei muito sumida daqui, não acham?
Mas, tenho explicações. É que o meu PC, está na manutenção. Pronto.
Entretanto, essa semana vou recuperá-lo e daí, volto na atividade.

Um abraço. Saudades.

27 de outubro de 2011

Let's go!

Vamos tentar viver? E se não soubermos? E se errarmos na vida? Nós aprenderemos... até que acertemos. Joguemos aleatoriamente nossos números a sorte, pelos ventos... até que acertemos uma sequência, e que fiquemos ''ricos''. A morte é a nossa única certeza. E não, não estou falando do dinheiro, porque afinal, ele nem nos trás felicidade... ele não nos dá certeza de nada. Eu não sou pessimista, mas esse é o nosso fim. Estou errada? Por isso, viva, viva, viva, viva, viva, viva INTENSAMENTE. Viva cada segundo, cada suspiro. Sinta cada brisa que bate nos seus cabelos... Ouça minuciosamente cada letra de música... E, grave em você, todos aqueles versos que te fazem crescer. Faça o que te der na telha, faça o que bem quiser, faça o que te faz feliz! Sem olhar pra o Leste, Oeste, Norte ou Sul. Sem dar ouvidos as opiniões que nada valem. Que a sociedade se dane. E não, eu não sou revoltada. Só sou à favor da vida, sou a favor do não arrependimento. Porque, quem nunca se arrependeu por ter dado aquele sorriso sincero para o talvez amor da vida? Hein? Vamos crer que estrelas cadentes realizam desejos. Vamos crer que se fecharmos os nossos olhos e jogarmos moedas em uma fonte ou um chafariz e, simultâneamente desejarmos algo, este algo, acontecerá. Vamos crer na FELICIDADE. Vamos plantar amor - e não, eu não sou hippie, embora tenha uma grande admiração pelo movimento- vamos plantar paz. Vamos falar que amamos, a quem amamos. Vamos correr como crianças. Vamos viver a vida, com paz, sossego e liberdade. Vamos sentar nas varandas, deitar nas redes... Vamos  tomar banhos de chuva. Vamos cantar a nossa trilha em baixo do chuveiro. Sem se preocupar com o vizinho que fala mal da sua voz. Vamos chorar com as guitarras, vamos gritar o refrão de November Rain. Vamos mandar um DANEM-SE para as opiniões alheias. Vamos usar  os verbos viver, sorrir, cantar, amar e valorizar de uma forma mais intensa. Porque, a morte é a nossa única certeza.

26 de outubro de 2011

Satisfações

Olá queridíssimos(as) leitores(as)!

Bem, queria iniciar esse texto pedindo-lhes milhões de desculpas, pelo meu sumiço. Os últimos dias foram bastantes cheios, porém bastante agradáveis. Eu quero ''mudar'' um pouco o estilo dos meus posts! Vou continuar falando de amor - mas, não me confundam com o Bonde do Maluco- porém, vou postar também, sobre coisas que acontecem no meu cotidiano, afinal, devo satisfações à vocês de uma forma ou de outra. Enfim. E, vou começar a fazer isso hoje!

Marcha para Jesus - Fernadinho 





No dia 16/10/11, nós moradores de Je-qui-ti-nho-nha, tivemos o privilégio de curtir o bom rock do cantor gospel, Fernandinho. O show foi um presente da cidade, destinado aos evangélicos. Devido aos 200 anos de Jequi,  a prefeitura tem realizado eventos mensalmente para comemorar o bicentenário e a Marcha para Jesus, foi o evento de Outubro. O show foi muito bom e de energia total positiva. Com direito a presença do ilustríssimo Deus! 

Sonho se realizando...

Bom, a outra novidade é que no mês de Novembro o Projeto Minha Vida, da disciplina de Português da minha escola, será concluído. Graças a Deus. O Projeto consiste em 3 etapas, as quais são divididas em 1º ano, 2º e 3º ano do Ensino Médio. Cada ano, escrevemos um livro. E, cada livro, tem um gênero literário. Bem, não vou cansar vocês lendo sobre o projeto, vou logo ao ponto. Eu estou curando o 2º ano, logo, escrevi um livro de poemas, com 40 poemas ao todo. E, o lançamento deste, será no próximo mês, mais exatamente, no dia 25. Por isso, quero contar com a torcida de vocês. Para que dê tudo certo. Mesmo sendo um livro de uma garota de 16 anos, é muito importante para ela. E, quero contar também com a compreensão,  já que vou me distanciar um pouco do blog, devido a falta de tempo! Enfim... eu queria dividir isso com vocês!

Se não for pedir muito...

Quero pedir á vocês, para se lembrarem de mim nas suas orações. Ok?
Porque vou fazer prova da UFVJM, em Novembro também!






Obrigada pela atenção, beijos & abraços!

23 de outubro de 2011

VOLTEI  NA  ATIVA!

Chuva no sertão

Estava eu, por aí, viajando pelo sertão... até que, olhei para a janela do lado direito, e algo me chamou atenção. Eram vultos. Vultos da paisagem, as árvores passavam rapidamente. As vacas também, pareciam até Ferraris, velozes. Achei muito curioso, e decidi olhar por um tempo. A medida que o micro-ônibus chocalhava e andava, eu olhava fixamente para o vidro da janela, e nele, eu notava gotículas de H2O escorregando...  - sim, estava chovendo no sertão- mas, isso não vem ao caso. E, o caso é que comecei a notar a vegetação, ela era seca, marrom e sem vida. Até parecia com o nosso amor. Até parecia que ali não chovia há séculos. As árvores, não tinham galhos, nem flores, nem frutos... Frutos ali, pareciam impossíveis! E cada vez que eu olhava para aquele cenário estilo sépia, só vinha na minha cabeça, você. Aqueles vultos marrons me lembravam do passado. E, então depois de guardar tudo aquilo no meu HD, tive a certeza, de que aquelas árvores eram mesmo como nosso amor, não dava flores, muito menos frutos! E os vultos continuavam a passar rapidamente, e logo as árvores também, assim como o nosso amor. Passou tão rápido,  e envelheceu, secou, por pura distração, por pura falta de zelo, de cuidado. Eu queria que, diferente do nosso amor, ao sair do micro-ônibus, a chuva estiasse e viesse o arco- íris. Para colorir aquele cenário em sépia. Mas, daí, notei que, a chuva é necessária, para regar as raízes, fortalecê-las! Para fazer as árvores crescerem, assim como nosso amor! Comecei a encarar então, a chuva com um breve conflito que testa as árvores. Se as árvores forem fortes, elas permanecem em pé. Mas, se não... elas caem. E é assim na nossa vida, não? Por isso, devemos sempre cuidar do nosso amor, para que ele esteja forte! Seja ele quem for...

22 de outubro de 2011

GABARITO DO ENEM 2011 - PROVA BRANCA.

1E 2E 3B 4B 5E 6C 7E 8A 9D 10A 11A 12B 13D 14C 15A 16C 17E 18E 19D 20C 21E 22D 23B 24B 25A 26E 27C 28D 29E 30C 31B 32A 33A 34D 35A 36D 37B 38D 39D 40B 41A 42A 43C 44A 45E 46A 47C 48E 49B 50D 51D 52C 53A 54B 55E 56 57B 58E 59C 60C 61B 62A 63C 64A 65E 66E 67E 68D 69A 70B 71E 72E 73D 74A 75D 76D 77B 78B 79E 80B 81D 82B 83C 84B 85A 86D 87C 88A 89D 90C 


21 de outubro de 2011

Amanhã, os caminhos se cruzam...

Era uma vez
Nós dois, felizes...
Felizes quase para sempre!
Até o lobo chegar, ou a loba?


Foi um sonho que se tornou realidade.
Infelizmente.
Lobos em peles de cordeiros...
É o que há.


Foi bom enquanto durou,
E eterno também...
Mas sobre o amanhã, nada sabemos!
Estou certa?


Quem sabe, ainda...
Os sonhos se cruzam,
Se pitam na estrada da vida.
Mas, de uma coisa eu sei:
A Bahia é meu futuro.
Certeza. E absoluta.


Porque não deu certo?
Talvez não fosse pra ser.
Mas e se fosse pra ser?
Ah, se fosse pra ser...


Eu prometo que ia te fazer muito feliz.
Ia te levar flores, mesmo que você seja o ''o''
Ia te levar doces. Ia te levar sorrisos.
Ia te levar histórias. Alegrias. E muito amor...


Só basta saber, quem é quem
Não sei distinguir bem,
Qual é o lobo? E a loba?
Distância? Ou é mesmo uma mulher?


Não quero saber, nem vou preocupar.
Vou colocar minha cabeça no travesseiro
E sonhar, sonhar, sonhar, sonhar.
Dormir. E quando eu acordar...
Trate de fazer parte da minha vida.

20 de outubro de 2011

Olá queridos seguidores, visitantes e/ou leitores do Razão e Sensibilidade. Queria pedir-lhes desculpas, pelo fato de que estou bastante ocupada com atividades escolares e extra escolares. Muitos sabem, que essa é a semana do ENEM, e para este, preciso bastante da minha dedicação. Enfim, queria pedir desculpas por me ausentar durante esses dias. E dizer, que já estou com muitas saudades de escrever aqui ><.
Ressalto que, tenho muuuuuuuuuuuuuuitas news para todos no meu retorno. Por isso, aguardem. HAHA (:


Beijos e abraços.
Atenciosamente,
  Anna Luiza Lopes.
                         

15 de outubro de 2011

Minha insônia.

É de madrugada; eu olho pro meu smartphone, olho pro meu bloco de notas, que está junto ao meu lápis. Penso em você. E repenso. E tripenso. Mas, penso mais ainda, bem mais fixamente, em escrever... sobre você. E te mandar uma mensagem de texto, só pra te dizer, que você já é muito especial para mim. E se possível, te quero comigo, sempre! Sempre. E que não sei como surgiu esse sentimento tão forte, se até então, não tivemos nenhum convívio. Por que? Porque  você gosta de rock, ouve The Beatles, e ainda ama motocicletas, como eu. Porque você é albino, e me parece simpático. E gosta de escrever, como eu. Porque você escuta músicas, e comenta que ela é nossa. Porque você gosta de Patience. Porque você gosta de futebol - e embora torça para time errado- gosta, como eu. Porque você é romântico, e dá valor ao amor, como eu. Porque enxerga em mim, a cultura e o QI. Porque você crê em Deus, e entrega tudo nas mãos dEle, como eu. Entrega tudo, inclusive o futuro. Porque vamos um dia, ainda, ser felizes e juntos. E aqui, finalizo. Com o punho dolorido. Mas com meus sentimentos transportados para o papel, e  descarregada, para dormir, em paz. E sonhar com você. Tchau.

13 de outubro de 2011

Ontem

Tudo bem, eu sei que foi ontem, mas, já que sou adolescente, faço tudo atrasado. Deixo tudo pra o outro dia. Acho lindo isso em criança, elas nunca deixam nada para depois. Nada mesmo. Pelo menos, quando eu era criança, fazia os comentários mais inconvenientes do universo em horas más escolhidas. E deixava as gentes grandes morrendo de vergonha. Hoje, eu fico lembrando disso... e tenho vergonha-alheia-atrasada. Mas, enfim... falando em infância... eu queria voltar pra lá. Foi a melhor época da vida de qualquer ser vivente e ''morrente'. Inventar palavras não inventadas. E as brincadeiras, as travessuras, as peraltices... as perguntas sem pé, nem cabeça. Como fazer comida de areia, salada de mato, e usar os sapatos de salto alto das gentes grandes e achar que era adulta. Ohhhh tempo que não volta mais, e que é memorável. Não ter compromissos, acordar tarde, ver desenhos animados durante toda a manhã e só a tarde, ir pra escola. E colorir papéis com desenhos, a tarde todinha. Ser pega  na saída do colégio, de carro, não precisar andar milhas e milhas. Chegar em casa, tomar aquele banho, bom! Tomar uma sopinha de letrinhas... e ti-búúúúm na cama. Sonhar, sonhar e acordar... repetir tudo outra vez. Rotina? Rotina da qual não me cansava. Never!