O fim de semana estava apenas começando, era Sábado, e na próxima semana teria um prolongado feriado. Estava tudo extremamente silencioso. E, isso me agradava. Embora estivesse triste por estar longe de você, eu estava tranquila e escutando um Reggae internacional, vindo da TV. Literalmente, estava de borest.
Entretanto, me cansei daquele silêncio antissocial. De antissocial, bastava eu. Todos os meus amigos haviam saído, e já faziam algumas semanas que não os via. Fadada daquele bendito silêncio, esquentei uns pedaços de pizza a moda com catupiri e fui para sala de tevê ver o jornal com a minha mãe, sentei no sofá que era paralelo á porta, porta qual era balançada pelo vento, e vento qual fazia doer minha cabeça, quando o sopro frio, batia nos meus olhos. Cansada -novamente- de sentir dor de cabeça, resolvi trancar a porta, mas antes fechá-la eu tive a sorte de ver a Lua.
A Lua dessa semana, era Lua cheia e estava no seu devido lugar, no céu- diferentemente das coisas na minha mente, tudo estava confuso, desde que eu perdi você, eu perdi também, o meu eixo- mas o que importava naquele momento, era só a parte de observar aquele céu maravilhoso, ele era tão lindo que minha dor de cabeça foi embora, era tão lindo que me fez lembrar de você. A Lua era cheia, grande, enorme, imensa... Iluminava minha triste noite. Assim como você iluminava meus antigos dias serenos. Diante aquele cenário, romântico para minha tristeza, só faltava você... faltava sua companhia, e o seu dedo polegar também me fazia falta, ele me serviria para fazer charme, para te ensinar a esconder a lua, colocando ele na frente do seu olho direito e piscando constantemente.
E pra quê esconder a lua? Porque, com você aqui, eu não precisaria da Lua para iluminar minha triste noite. O seu sorriso faria isso por ela. Até porque, ela teria que economizar o brilho dela, para que em dias como aquele, que você estava distante... distante... ela me fizesse companhia, ela me desse uma luz.
Entretanto, me cansei daquele silêncio antissocial. De antissocial, bastava eu. Todos os meus amigos haviam saído, e já faziam algumas semanas que não os via. Fadada daquele bendito silêncio, esquentei uns pedaços de pizza a moda com catupiri e fui para sala de tevê ver o jornal com a minha mãe, sentei no sofá que era paralelo á porta, porta qual era balançada pelo vento, e vento qual fazia doer minha cabeça, quando o sopro frio, batia nos meus olhos. Cansada -novamente- de sentir dor de cabeça, resolvi trancar a porta, mas antes fechá-la eu tive a sorte de ver a Lua.
A Lua dessa semana, era Lua cheia e estava no seu devido lugar, no céu- diferentemente das coisas na minha mente, tudo estava confuso, desde que eu perdi você, eu perdi também, o meu eixo- mas o que importava naquele momento, era só a parte de observar aquele céu maravilhoso, ele era tão lindo que minha dor de cabeça foi embora, era tão lindo que me fez lembrar de você. A Lua era cheia, grande, enorme, imensa... Iluminava minha triste noite. Assim como você iluminava meus antigos dias serenos. Diante aquele cenário, romântico para minha tristeza, só faltava você... faltava sua companhia, e o seu dedo polegar também me fazia falta, ele me serviria para fazer charme, para te ensinar a esconder a lua, colocando ele na frente do seu olho direito e piscando constantemente.E pra quê esconder a lua? Porque, com você aqui, eu não precisaria da Lua para iluminar minha triste noite. O seu sorriso faria isso por ela. Até porque, ela teria que economizar o brilho dela, para que em dias como aquele, que você estava distante... distante... ela me fizesse companhia, ela me desse uma luz.
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