26 de dezembro de 2011

Meu espírito natalino

Sei que estou atrasada, mas, FELIZ NATAL.

Bem, sobre o Natal, não gosto de pensar que é a época dos papais-noéis - escrevo em letra minuscula porque para mim, é um substantivo comum.Quem hoje em dia ganha tudo de mão-beijada? Ainda mais em domicílio? Pela chaminé? Infelizmente, hoje não podemos contar com bondade como tal. Se alguma criança estiver lendo, me desculpe meu bem, mas papai noel não existe, nem São Nicolau! É tudo ficção. Mas uma notícia pode te animar... Sabe quem te fez nascer? JESUS. Aquele que nasceu e até hoje renasce em todos os natais, para unir nossas famílias, para dar-nos presentes de montão, como PAZ, AMOR, FELICIDADE, SAÚDE... e porque não PROSPERIDADE? A verdade é que inventaram o papai noel, para tentarem camuflar o Nascimento do Nosso Salvador... mas, adivinhem? A tentativa falhou. Porque o Deus Menino, Jesus, Jeová, é supremo, ONIPOTENTE, ONIPRESENTE, e ONISCIENTE. Ninguém pode camuflar a glória dele. É por essa, e outras, que na minha vida e no meu natal eu descarto papais-noéis e duendes, e aceito em minha vida o Papai do Céu.

19 de dezembro de 2011

Dejavú



Querido diário,

Mais um dia se vai e eu te encho de aflições. Aflições que antes eram só minhas, mas que já faz um tempo que as divido contigo né? Não sei se é mal de Dezembro, mal de fim de ano...
Mas hoje aconteceu uma coisa rara durante meu dia. Algo que eu nunca havia sentido antes. Algo inédito. Estreante. Surreal. Eu estava sozinha, no meu quarto, cochilando... na minha cama com minha colcha lilás. E eu não sei se foi um sonho, ou se foi um dejavu, mas ele estava lá diário. Ele voltara, ele aparecera, eu vira. Embora eu falara que não queria mais vê-lo, nem mesmo pintado de ouro, meu coração derretera ao vê-lo. Meu coração pulsara a 1000 por segundo. Como era possível? Ele não havia ido embora? Não me deixara dias atrás? Eu não sei como aquilo tudo aconteceu, mas de uma coisa eu sei: ele estava lindo. O para de olhos dele parecera mais castanhos mel e seus cabelos lisos, mais loiros avelã. Sua pele, sem dúvida, estava mais lisa que um pêssego. As maças do rosto, mais delineadas. E isso me fez lembrar do natal passado, dia que ele estava tão radiante quanto hoje. Por vagos momentos achei que aquilo era um Replay... um Dejavú. Mas não, era mais que isso, era muito real. Não tentei tocá-lo, pois se tivesse feito isso, me comprometeria, cedeira, não resistiria a nós dois. Então, mantive a distância para me proteger, mesmo ele sorrindo com aqueles dentes medidos a forma de Hércules. Fui forte, como toda menina mulher deveria ser, segurei a barra como uma menina de valor faz, resisti como uma mulher desdobrável agiria. Valorizei o hoje, esqueci o passado. Acordei.

Bem-me-quer, mal-me-quer




''Bem-me-quer, mal-me-quer... Bem-me-quer, mal-me-quer...''
 
Quantas vezes você já despetalou uma rosa ou um cravo dizendo estes versos?



Esta é uma pergunta, que não precisa ser respondida. Todo ser humano, seja racional ou sensível, já fez isso algum dia. Para tentar saber se é correspondido ou não. Outra verdade é que sempre damos um jeitinho da última pétala acabar com um bem me quer, nem que pulemos algumas outras pétalas, ou que contemos o caule, as folhas, e os espinhos como pétalas extras. Afinal, cremos no que nos satisfaz, no que nos alegra. E deveríamos ser sempre assim, deveríamos saltar obstáculos, não fazer caso de casos... Deveríamos deixar o amor nos cegar.
Na verdade, eu pularia não só pétalas, mas também pularia seus defeitos, saltaria tudo que nos distancia para ficar com você. Ignoraria os vícios, consideraria somente as virtudes. Valorizaria o sentimento bom, e escalaria os montes de desvantagens. Tudo isso para ficar com você. Afinal, deveríamos crer no que nos satisfaz, no que nos alegra. E deveríamos ser sempre assim, deveríamos saltar obstáculos, não fazer caso de casos... Deveríamos deixar o amor nos cegar.
Mas não posso me enganar ao dizer que as vezes a razão toma conta do meu ser e penso mil e uma vezes se devo continuar... E depois de mil e uma noites, me decido, e questiono a alguém: ''Se devo continuar, me diga, como?''. Mesmo assim, sendo embebedada pela razão, o meu coração diz para prosseguir, lutar! E quando eu pergunto a razão, ''Se devo continuar, me diga, como?'', ela me responde ''Se quiser ser feliz, questione a outro alguém, eu sou suspeita. Pergunte a sensibilidade... e ela te guiará.''. E atrás da sensibilidade eu sigo e pergunto-a, ''Se devo continuar, me diga, como?''; e sem pestanejar, a sensibilidade me dá mil e uma razões pra eu perseverar, e a última coisa dita por ela, foi a seguinte ''Siga o seu coração, despetale quantas flores for preciso para alcançar a felicidade, pule caules, espinhos, desavenças, vícios, defeitos e pétalas que te distancia do seu amor, que te distancia do bem-me-quer. E, creia, tenha fé naquilo que te satisfaz.'' 

18 de dezembro de 2011

Outra vez :/

Boa tarde galera querida!
Bem, gostaria de informar a vocês que amanhã eu estou viajando para minha querida cidadezinha natal –Nanuque- e é por essas e outras razões que TALVEZ vou demorar novamente de postar algo aqui. Durante meu sumiço anterior escrevi quatro textos, um deles já postei. E o restante, ainda nem digitei, e pretendo digitar assim que receber uma dose de unção e coragem. Enfim, só queria dizer isto a vocês! Para que não fiquem sem saber por onde estou.
Um beijão. :*

"Foi muito lindo você ter vindo sempre sorrindo, dizendo que não tem de quê. Eu agradeço você ter me virado do avesso e ensinado a viver. Eu reconheço que não tem preço gente que gosta de gente assim feito você."

(Vinicius de Moraes)
Do Costurando estrelas

17 de dezembro de 2011

“Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’





“Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’ Eu cresci escutando esse pedacinho de seresta, ao som do Giannini do meu avô, era uma música dedilhada, que eu morria de vontade de saber tocar, mas, meus até então dedinhos não foram capazes de apertar forte a corda de aço do violão, para tirar um bom som, eles se machucaram – eu passei um hidratante, e melhorou após uns dias, mas não vem ao caso – da mesma forma, aquela música me encantava, eu não me esqueci dela, e a vontade de aprender a tocá-la não passou...
 Então, resolvi ocupar meus dedos, minhas horas vagas, com uma caneta entre eles, escrevendo palavras belas, com amor e simplicidade. Escrevendo coisas do meu coração, sem nenhuma vaidade, só mesmo para esvaziar... Sem nenhuma cerimônia... Não precisa de uma escrivaninha para escrever... Nem mesmo de uma  caneta dourada, mas, precisa-se de um coração cheio de esperança, um coração saudável... Eu estou escrevendo agora com um blusão cinza, maquiagem borrada, pernas cruzadas, esparramada em um  colchão, e coberta por  uma colcha de retalho que minha mãe fez pra mim.
E, eu costumo ser assim, escrevo para “lavar as roupas sujas” do meu interior, da minha mente, meu espírito, minha alma. Escrevo sobre o amor, e não me canso de falar sobre ele, danem-se aqueles que me chamam de “romântica incurável” ou de “eterna apaixonada”,  ser assim também faz-me ser feliz. Sou transparente. É de a minha essência falar o que estou sentindo, até mesmo o s delírios mais íntimos. Não consigo sentir e calar. Mas também não gosto de sentir e contar. Eu gosto mesmo é de sentir e escrever.
Eu distorci o assunto, mas... Voltando a falar do benzido violão, eu realmente desisti de tocar aquela música, e ela ficou apenas como uma lembrança. E quando eu queria escutá-la, eu me concentrava, e pensava apenas em “Boa noite, diga apenas boa noite, abra apenas a janela... ’’, fechava os olhos e tentava escutar do meu consciente, breves partes da minha trilha sonora. Ela só ficou na lembrança. Engraçado que... Eu sou tão determinada, não desisto de nadica de nada. Mas aquela música, parecia impossível, não seria saudável, eu me permitir calejar os dedos a fim de conseguir tocar uma única música, não é? Então desisti, desisti mesmo.
 Falando em desistências, quero informa-lhe que desisti de você também. Eu tentei retentei, tritentei conquistar seu coração. Mas ele é duro, e machuca o meu, que é frágil, mole, mais mole que manteiga em dias de verão. Então eu desisti, aliás, não seria saudável, eu me permitir sofrer, machucar meu coração a fim de conquistar um único alguém, não é?
 Resolvi então, ocupar seu lugar com outros alguens. Um dos alguéns foi o Papel, ah, o Papel se fez um grande ombro amigo! Desabafei tantas vezes com ele. E o Tempo, foi meu outro alguém, o tempo amenizou tudo... O tempo fez passar tudo, tanto os calos feitos pelo violão, quanto os seus roubos ao meu coração.


Lançamento do livro - Fotos

Bendita a fruta entre os homens.


Annerd, eu, e the mans.


A mestra! Idealizadora de todo o projeto, Edinalva Rodrigues Ramalho!


Minha melhor amiga, meu amor, minha rocha, Souza Mar.


Homenagem

Prestígio dos amigos

Livros expostos.

Nostalgia, vírgulas, etc!


 APRESENTAÇÃO
''Este trabalho é o resultado do projeto “Primeiros versos”, desenvolvido pela professora de língua portuguesa, Edinalva Rodrigues Ramalho, no Centro Educacional Meu Caminho, com os alunos do 2º ano do Ensino Médio. Tem como objetivo principal o desenvolvimento da escrita e da leitura dos alunos, além levar à fantasia, ao sonho, numa perspectiva de um mundo mais belo e melhor para se viver.
O projeto é lançado no primeiro dia de aula do ano letivo e consiste em que o aluno escreva semanalmente um poema, em sala de aula, desenvolvendo um tema sugerido pela professora. Durante todo o ano, o aluno envia os seus escritos por email para serem corrigidos pela professora e depois por ele mesmo. Normalmente em novembro, após as correções feitas, acontece um sarau para o lançamento do livro.
A meu ver, este é um maravilhoso projeto, que talvez tenha a capacidade de descobrir grandes escritores.O projeto também me auxiliou em diversos aspectos. O primeiro deles é realmente a via que me deu para expressar o que sinto e penso sobre determinados assuntos, em poucas palavras, em singelos versos. Outra vantagem é a possibilidade de livrar-me de certas coisas que de alguma maneira me faziam mal, é como se eu arrancasse tais dilemas do coração e os pusessem no papel. Por fim, tive também, através do livro à chance de elogiar alguém, descrever experiências, de me declarar para amores, de homenagear pessoas queridas e até mesmo  de relembrar momentos inesquecíveis. Tudo isso, a base de rimas e raras palavras. Escolhi o título "Nostalgia, vírgulas etc!" pelo fato de que nas páginas, estrofes e versos seguintes, eu relatarei muito sobre o meu passado e pessoas que me dão saudades. Também, porque coloco muitos "poréns" nas coisas, na maioria das vezes, sou reconhecida como do contra. Enfim, o "etc", tem o signo de pequenos detalhes que fazem completa diferença em minha vida. Nas próximas folhas, encontrará  o conjunto da minha primeira e não última obra. Afinal, creio que ainda hei de escrever muitos livros. Sinta-se a vontade!''



Foi por essas e outras que tomei um breve chá de sumiço.

Olá queridos seguidores, leitores e visitantes! Estou com muitas saudades de postar aqui, afinal, só deixei de postar... mas nunca de escrever!

Queria pedir milhões de desculpas à vocês! Pois este fim de ano para mim foi muito corrido, não querendo me gabar, mas já gabando... tenho uma agenda muito cheia. Como já havia dito, eu estaria distante do Blog por um tempo, devido ao vestibular que prestaria em Novembro (UFVJM), e também, porque estava marcado para 25/11/11 o lançamento do meu primeiro livro. Sem falar que eu estava esperando o término das aulas e a conclusão do 2º ano do ensino médio para dar mais atenção à vocês. Graças a Deus, eis-me aqui, e todos os eventos escolares deste ano acabaram. Foi por essas e outras que tomei um breve chá de sumiço. Todavia, tenho muitas novidades e muitos textos frescos para vocês. Aguardem meu próximos post.

Atenciosamente, 
Anna Luiza Lopes.