Não é questão de copiar, repetir, redizer. É questão de identificação. Sou mesmo roda gigante, altos e baixos, sim ou não, antônimos. Sou pau ou pedra. Nada de metade, de mesclar, de inventar. Sou eu. E você é assim, outra parte de mim. Você faz parte de mim. De toda história. Nossa história... Eu falo assim com tantas pausas, porque cada uma delas é uma certeza. Você é certeza, por mais que não pareça. Aparece vez ou outra com toda essa sua lindeza, me irrita bastante as vezes com toda sua chatura. Assim que amo, defeitos seus.
Reflito sobre, paro, reparo em tudo. Adoro dizer que podemos nos chamar de antigos, e quero te chamar de antigos pra sempre. Porque você me conhece de uma forma, eu tomo outra forma, e ainda me quer. Assim que é amor, mudanças.
Década que vem quero mudanças, defeitos, e amor. Não quero idealizar riqueza. Não vou ostentar.
Mas quero idealizar você comigo, dias frios e quentes. Cobertores e lençóis. Toda nosso amor se desfazendo em um só ser.
Já disse que quero casar com você. Ter filhos. Ter uma biblioteca em comum. Uma discoteca em comum. Um quarto em comum. Uma penteadeira. Uma janela em comum, pode ser de madeira. Uma vida em comum. Um jardim, uma horta, um pomar. Um lugar pra a gente se refugiar a cada 365 dias.
O mais lindo de tudo que vivemos, foi a vagareza com que tudo aconteceu. Não apressamos. Não apressamos nada, nem eu te amos, nem intimidades. E mesmo assim acontece com espontaneidade. Mostrando então a sinceridade que há, a confiança que há, de como tudo é verdadeiro. E hoje sem perceber, sem dizer nada, sem abrir a boca ou escrever palavras, digo que te amo.
Reflito sobre, paro, reparo em tudo. Adoro dizer que podemos nos chamar de antigos, e quero te chamar de antigos pra sempre. Porque você me conhece de uma forma, eu tomo outra forma, e ainda me quer. Assim que é amor, mudanças.
Década que vem quero mudanças, defeitos, e amor. Não quero idealizar riqueza. Não vou ostentar.
Mas quero idealizar você comigo, dias frios e quentes. Cobertores e lençóis. Toda nosso amor se desfazendo em um só ser.
Já disse que quero casar com você. Ter filhos. Ter uma biblioteca em comum. Uma discoteca em comum. Um quarto em comum. Uma penteadeira. Uma janela em comum, pode ser de madeira. Uma vida em comum. Um jardim, uma horta, um pomar. Um lugar pra a gente se refugiar a cada 365 dias.
O mais lindo de tudo que vivemos, foi a vagareza com que tudo aconteceu. Não apressamos. Não apressamos nada, nem eu te amos, nem intimidades. E mesmo assim acontece com espontaneidade. Mostrando então a sinceridade que há, a confiança que há, de como tudo é verdadeiro. E hoje sem perceber, sem dizer nada, sem abrir a boca ou escrever palavras, digo que te amo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário