29 de setembro de 2013
27 de setembro de 2013
Não é questão de copiar, repetir, redizer. É questão de identificação. Sou mesmo roda gigante, altos e baixos, sim ou não, antônimos. Sou pau ou pedra. Nada de metade, de mesclar, de inventar. Sou eu. E você é assim, outra parte de mim. Você faz parte de mim. De toda história. Nossa história... Eu falo assim com tantas pausas, porque cada uma delas é uma certeza. Você é certeza, por mais que não pareça. Aparece vez ou outra com toda essa sua lindeza, me irrita bastante as vezes com toda sua chatura. Assim que amo, defeitos seus.
Reflito sobre, paro, reparo em tudo. Adoro dizer que podemos nos chamar de antigos, e quero te chamar de antigos pra sempre. Porque você me conhece de uma forma, eu tomo outra forma, e ainda me quer. Assim que é amor, mudanças.
Década que vem quero mudanças, defeitos, e amor. Não quero idealizar riqueza. Não vou ostentar.
Mas quero idealizar você comigo, dias frios e quentes. Cobertores e lençóis. Toda nosso amor se desfazendo em um só ser.
Já disse que quero casar com você. Ter filhos. Ter uma biblioteca em comum. Uma discoteca em comum. Um quarto em comum. Uma penteadeira. Uma janela em comum, pode ser de madeira. Uma vida em comum. Um jardim, uma horta, um pomar. Um lugar pra a gente se refugiar a cada 365 dias.
O mais lindo de tudo que vivemos, foi a vagareza com que tudo aconteceu. Não apressamos. Não apressamos nada, nem eu te amos, nem intimidades. E mesmo assim acontece com espontaneidade. Mostrando então a sinceridade que há, a confiança que há, de como tudo é verdadeiro. E hoje sem perceber, sem dizer nada, sem abrir a boca ou escrever palavras, digo que te amo.
Reflito sobre, paro, reparo em tudo. Adoro dizer que podemos nos chamar de antigos, e quero te chamar de antigos pra sempre. Porque você me conhece de uma forma, eu tomo outra forma, e ainda me quer. Assim que é amor, mudanças.
Década que vem quero mudanças, defeitos, e amor. Não quero idealizar riqueza. Não vou ostentar.
Mas quero idealizar você comigo, dias frios e quentes. Cobertores e lençóis. Toda nosso amor se desfazendo em um só ser.
Já disse que quero casar com você. Ter filhos. Ter uma biblioteca em comum. Uma discoteca em comum. Um quarto em comum. Uma penteadeira. Uma janela em comum, pode ser de madeira. Uma vida em comum. Um jardim, uma horta, um pomar. Um lugar pra a gente se refugiar a cada 365 dias.
O mais lindo de tudo que vivemos, foi a vagareza com que tudo aconteceu. Não apressamos. Não apressamos nada, nem eu te amos, nem intimidades. E mesmo assim acontece com espontaneidade. Mostrando então a sinceridade que há, a confiança que há, de como tudo é verdadeiro. E hoje sem perceber, sem dizer nada, sem abrir a boca ou escrever palavras, digo que te amo.
18 de setembro de 2013
No meio da multidão
Eu vi aquele enrolado
Um cabelo encaracolado
Feito fio de telefone espiralado.
No meio da multidão
Eu vi uma bandeira assim
Com as cores do Brasil
Num amor sem fim.
E eu vi então, no meio da multidão
Um amor assim
Tão belo pra mim
E só dizia sim, e só dizia sim.
Ele usava coco,
Couro cor avelã,
Não usa jeans, e tinha um caaaaaaar-di-gãaa.
Daqueles desenhados,
Meio piscicodélicos,
Oh meu Deus do céu,
Ele vê cogumelos, dançantes! Dançantes!
Era uma vez:
O amor,
Só que ele era muito hippie pra mim.
3 de setembro de 2013
Dentro de mim é um choro interminável. Um nó na garganta. Por fora um semblante triste, um rosto pálido.
Um estômago que só tem borboletas e nenhuma alimento. Palavras são vazias. Mas se alguém me perguntar como vai meu coração, responderei: está indo, quando escrevo... É que nada vai bem, caso de amor.
Um estômago que só tem borboletas e nenhuma alimento. Palavras são vazias. Mas se alguém me perguntar como vai meu coração, responderei: está indo, quando escrevo... É que nada vai bem, caso de amor.
1 de setembro de 2013
Tic Tac
Tic Tic
Tic nervoso
Toc Toc
Um relógio
Uma angústia
Uma coisa boa
Feliz ao acaso
Triste ao acaso
Isso tem nome?
Indescritível
Indeterminado
Vamos tirar a roupa do balde
Lavar
Secar
Vesti-la de novo, de forma diferente
Vamos usar o relógio no anti-horário
Ser um ser mais literário
E parar de reclamar
Ter o olho no futuro
Não ficar em cima do muro
E crescer pra equilibrar
Quero de você coisa boa pra lembrar
Quero que se lembre de mim
Mas de uma forma gostosa, delicada
Maneira positiva, e talvez ousada
Por tudo que passei
E vivi
De uma coisa sei
Posso ser mais calmaria
Tranquila e harmonia
Mas ousadia meu amor, ela veio comigo!
E não vai embora.
Tic Tic
Tic nervoso
Toc Toc
Um relógio
Uma angústia
Uma coisa boa
Feliz ao acaso
Triste ao acaso
Isso tem nome?
Indescritível
Indeterminado
Vamos tirar a roupa do balde
Lavar
Secar
Vesti-la de novo, de forma diferente
Vamos usar o relógio no anti-horário
Ser um ser mais literário
E parar de reclamar
Ter o olho no futuro
Não ficar em cima do muro
E crescer pra equilibrar
Quero de você coisa boa pra lembrar
Quero que se lembre de mim
Mas de uma forma gostosa, delicada
Maneira positiva, e talvez ousada
Por tudo que passei
E vivi
De uma coisa sei
Posso ser mais calmaria
Tranquila e harmonia
Mas ousadia meu amor, ela veio comigo!
E não vai embora.
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